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Sistema de eletroestimulação pode concluir um treino em apenas 20 minutos.


Em outubro de 2016 a clínica Vivere Sanus apresentou o Estúdio Motriz, especializado em movimento e promete mudar a abordagem da prática de esportes, condicionamento físico e reabilitação. O estúdio une o conhecimento de diversas áreas da saúde e tecnologia, para apresentar um tratamento com maior praticidade e qualidade nos pacientes.

A principal tecnologia usada no processo é a miha bodytec, um sistema alemão que funciona a base da eletroestimulação muscular em todo o corpo. Assim, diferentes áreas do corpo são trabalhadas com o uso do equipamento. O treino consiste na execução de exercícios funcionais como agachamento, afundo e abdominal. Os eletrodos fazem com que o corpo sinta a presença de cargas, mesmo sem estarem lá fisicamente, exercitando-se de forma livre. O sistema também é capaz de tencionar os músculos após os exercícios, o que diminui diretamente aquela “dorzinha pós-treino”.

  O médico ortopedista Tomas Mosaner explica as pretensões do projeto: “Nosso objetivo é promover a saúde por meio do exercício físico e dentro dessa missão, nos preparamos para ter à disposição tudo que há de mais avançado no mundo da medicina esportiva. Queremos tornar a prática de atividades físicas na vida das pessoas algo constante”.

O equipamento é sucesso mundial, presente em mais de 40 países e atletas de ponta já usam a tecnologia há algum tempo. Entre os mais famosos adeptos ao sistema estão Rafael Nadal, Usain Bolt e a equipe de futebol do Bayern de Munique. O treinamento deve ser feito por apenas 20 minutos, duas vezes por semana. A clínica garante que após seis semanas é possível observar resultados consistentes.

Além das tecnologias para melhorar o desempenho, o Estúdio Motriz também conta com outra novidade: a Termografia. A técnica consiste no mapeamento do corpo por meio de diferentes temperaturas de pele, assim identificando e prevenindo lesões.


Por Michelle Dignitus • 11 de fevereiro de 2025
Curso inédito da miha oferece aplicação teórica e prática da eletroestimulação em idosos Curso será realizado, de forma online, nos dias 22 e 23 de março, e é inicialmente voltado para quem já possui alguma experiência no uso da tecnologia O Brasil, assim como muitos lugares do mundo, tem se deparado com o fenômeno do envelhecimento acelerado, aumento da expectativa e qualidade de vida de suas populações. Atualmente, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 15% dos brasileiros possuem 60 anos ou mais, e a expectativa é que eles sejam mais de 30% por volta de 2050, além de representar uma das forças econômicas e de consumo. É necessário olhar com olhar mais apurado a população idosa e buscar por ferramentas e conhecimentos que ofereçam aumento na qualidade de vida desse grupo tão importante. Especialmente para quem é profissional da saúde, como fisioterapeutas, médicos e professores de educação física, atualizar conhecimentos nunca é demais. Pensando nisso, a miha Brasil , marca pioneira e mais tradicional de eletroestimulação de corpo inteiro (WB-EMS), se uniu à sua embaixadora Nícia Rocha para criar um curso inédito no mercado, cujo objetivo é o de discutir e ensinar aplicações e práticas com a tecnologia em idosos. Segundo Nícia, que é especialista em reabilitação e trabalha com WB-EMS desde 2019, a ideia de desenvolver o curso de especialização surgiu da necessidade de compartilhar seus conhecimentos com um grupo maior de profissionais. “Para se trabalhar de forma eficaz com idosos, é preciso entender antes aspectos fundamentais, como a parte fisiológica de cada paciente, além de saber como deve ser o trabalho com grupos com risco de fragilização e outros com o perfil robusto. É preciso aprender a usar os protocolos corretos e as correntes para cada um dos casos, doenças. É muito importante ter conhecimento da parte clínica para saber como oferecer o melhor para cada caso”, destaca. A profissional de Belo Horizonte espera que o novo curso possa abrir a mentalidade de profissionais da saúde e que eles consigam enxergar o idoso de forma completa e entenda que, trabalhar com esse grupo é bem diferente do que trabalhar com um adulto saudável. “O idoso possui uma série de nuances, e, com nosso envelhecimento, também chegam desafios como o declínio da massa muscular e a maior dificuldade em ganhá-la. A eletroestimulação de corpo inteiro, aliada de forma inteligente a outras ferramentas, pode ajudar no aumento da cognição, força, equilíbrio, prevenção de quedas. Mas para se alcançar isso, o profissional precisa obter a teoria e prática em sua formação”.
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